Foi implantado o mesmo padrão e tecnologia empregados na bidestilação de bebidas como os melhores whiskies e vodkas. Aí surgiu a Cachaça Itaguaçu Bidestilada, uma bebida sem impurezas, produzida no tradicional alambique e apurada com as mais modernas tecnologias de controle de qualidade. Uma bebida ideal para drinks, já que não interfere no sabor da cana-de-açúcar.
Hoje, a frente de um ambicioso projeto de expansão está Patrícia Pigossi, gerente de marketing e comercial da Cachaça Itaguaçu. Há quatro anos, Patrícia assumiu mais que um cargo, já que seu compromisso não foi o de apenas expandir a comercialização da bebida, mais também se fazer respeitar em meio a um mundo predominantemente masculino. Por meio de muita garra e persistência, Patrícia se fez reconhecer. Na época, não se tinha notícias de uma mulher que havia assumido cargo semelhante frente a tal produto.
“Era um mundo super-machista, mas, até por minha visão feminina, consegui identificar ações comerciais que não estavam de acordo com o projeto de expansão idealizado”, relembra. Nesse período, ela adotou uma política de preços para todos os distribuidores e decidiu não mais atender bares e restaurantes. “Não poderia dar continuidade a prática porque me tornaria concorrente do meu cliente. É preciso respeitar o seu parceiro comercial”, complementa. Essas foram as mais expressivas mudanças realizadas na busca por um maior reconhecimento da Cachaça Itaguaçu em meio a grande competitividade do mercado – são mais de três mil marcas registradas no Brasil.