A efetiva reabertura está prevista para o final de 2013. “Vamos dar um impulso à economia do meio-oeste catarinense”, destacou Lanznaster. A indústria injetará na economia regional, em suas diversas fases, de 4 milhões a 8 milhões de reais mensais em salários, matérias-primas, insumos, impostos e fornecedores.
Quando a produção foi suspensa, em 2009, a unidade de Joaçaba mantinha 218 empregos diretos. Agora, com a retomada e os investimentos, a força de trabalho chegará a 600 postos de trabalho.
A indústria de suínos da Aurora em Joaçaba começou a ser edificada em fevereiro de 2001, foi inaugurada em abril de 2002 e paralisada em abril de 2009. Ocupa área de 20 hectares do Distrito Industrial de Joaçaba (à margem da rodovia BR-282) e constitui-se de planta industrial de 15.000 metros quadrados de área coberta, com capacidade para industrializar 200 suínos por hora.
A planta industrial inclui portaria, administração, vestiários e refeitório, pocilgas, linha de abate, resfriamento, congelamento, estocagem e expedição. A linha de abate é formada pelos setores de choque, sangria, escaldagem, depilação e chamuscador.
O sistema de tratamento de efluentes compõe-se de sete lagoas de decantação, peneiras, decantadores e flotadores. A água é captada em riacho e em poço profundo, armazenada em lago artificial para ser utilizada no processo industrial; após, é novamente tratada e devolvida ao riacho.
Base produtiva
Para viabilizar o suprimento de matéria-prima, as cooperativas filiadas da Coopercentral Aurora que atuam em Santa Catarina expandiram a base produtiva e incrementaram a assistência técnica e a extensão rural para suprir a demanda de animais em pé para abate.
Somente a Coperio, de Joaçaba, investiu 6 milhões de reais e ativou uma série de três unidades produtoras de leitões (UPL) localizadas nos municípios de Erval Velho, Água Doce e Jaborá.