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Paraguai iniciou nesta quarta-feira (01) o primeiro período da campanha de vacinação contra a febre aftosa com controles sanitários mais estritos, depois de dois casos da doença em menos de quatro meses na zona de San Pedro.

O plano contempla algumas mudanças no sistema de vacinação nacional baseadas na resolução 102/12 do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa).

Entre as novidades estabelecem-se requisitos para a habilitação de casas vendedoras e centros de distribuição de vacina anti-aftosa e a imobilização do gado a partir de hoje e até o registro de sua vacinação.

Primo Ricardo Feltes, diretor do Senacsa, explicou a jornalistas que no dia seguinte ao registro poderão ser mobilizados os animais para o pasto e aos 15 dias para engorda e reprodução.
Ao referir-se à imobilização do gado assinalou que é um mecanismo muito importante do ponto de vista técnico-sanitário para garantir que todos os animais ao serem transportados estejam protegidos contra a doença.

O presidente do Senacsa, Félix Otazú, manifestou que os setores oficial e privado trabalham em consenso para fortalecer o sistema de vacinação encaminhado a recuperar o estatuto sanitário e a reinserirem-se nos mercados mais exigentes. Otazú disse à imprensa que os criadouros que descumprirem com a vacinação serão interditados. O Paraguai perdeu no final do ano passado o status de país livre de febre aftosa depois da detecção da doença em uma propriedade de criação de gado no centro. E no dia 2 janeiro deste ano foi detectado um novo caso.

 

 

 

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